Quando aprendi o que era amor
Aprendi o que era amor
Entre dias que me abraçavam
E dias que me batiam
Aprendi o que era amor
Com o maior ideal que afirmam existir
Aquele que não exita-se em distorcer os ensinamentos
Dizendo que, sim, há abrigo infinito
Para quem seguir a lei que convém à risco
Nas vezes que não coube
Fui encaixando me suprimindo
Tolindo tantos eus que ainda não conheço todos
Sacrifício glorificado por ter o sofrimento como guia internalizado
Aprendi o que era amor
Entre cisões de discursos e ações
Quando sobravam abraços
Em épocas fartas
Mas ações eram julgadas
Como corretas ou equivocadas
Nada mais, menos, entre
O cochicho inquisitório
Resultava em sorriso ansioso
Que gritava ao silêncio-uníssono
"Suma já com tudo isso"
Aprendi o que era amor
Com pessoas que também não aprenderam a amar
Tentar apontar culpa é repetir ciclos
Me ensinaram que posso honrá-los quebrando-os
Caminhando com quem me compõe
E ao me encontrar com novos olhares
No partilhar de comunidades
Decidi extinguir a palavra erro
E carregar como talismã a palavra aprendizado
Tão sincero quando compartilhado
Aprendi que estou a reaprender o que é amor
E que esse processo dá trabalho
Sem pressa pois sei que é pra vida inteira
Algo que desejo pra toda humanidade
Ele exige compromisso, respeito, carinho, cuidado
Não é algo a ser dado ou ganhado
Mas algo a ser cultivado
Quero amar tudo que me faz
Todos que me fazem
Tendo coragem de assumir em mim:
O medo é tudo aquilo que afasta
O ódio sustenta o que preciso transformar
É preciso tocar, nomear, cuidar
Para curar
Entre dias que me abraçavam
E dias que me batiam
Aprendi o que era amor
Com o maior ideal que afirmam existir
Aquele que não exita-se em distorcer os ensinamentos
Dizendo que, sim, há abrigo infinito
Para quem seguir a lei que convém à risco
Nas vezes que não coube
Fui encaixando me suprimindo
Tolindo tantos eus que ainda não conheço todos
Sacrifício glorificado por ter o sofrimento como guia internalizado
Aprendi o que era amor
Entre cisões de discursos e ações
Quando sobravam abraços
Em épocas fartas
Mas ações eram julgadas
Como corretas ou equivocadas
Nada mais, menos, entre
O cochicho inquisitório
Resultava em sorriso ansioso
Que gritava ao silêncio-uníssono
"Suma já com tudo isso"
Aprendi o que era amor
Com pessoas que também não aprenderam a amar
Tentar apontar culpa é repetir ciclos
Me ensinaram que posso honrá-los quebrando-os
Caminhando com quem me compõe
E ao me encontrar com novos olhares
No partilhar de comunidades
Decidi extinguir a palavra erro
E carregar como talismã a palavra aprendizado
Tão sincero quando compartilhado
Aprendi que estou a reaprender o que é amor
E que esse processo dá trabalho
Sem pressa pois sei que é pra vida inteira
Algo que desejo pra toda humanidade
Ele exige compromisso, respeito, carinho, cuidado
Não é algo a ser dado ou ganhado
Mas algo a ser cultivado
Quero amar tudo que me faz
Todos que me fazem
Tendo coragem de assumir em mim:
O medo é tudo aquilo que afasta
O ódio sustenta o que preciso transformar
É preciso tocar, nomear, cuidar
Para curar
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